Carlos Alcaraz relembra momentos difíceis após lesão e garante estar 100% no US Open

Carlos Alcaraz relembra momentos difíceis após lesão e garante estar 100% no US Open
Carlos Alcaraz volta às quadras no US Open (Crédito: USTA)

Carlos Alcaraz revelou que viveu momentos difíceis após a lesão sofrido no braço no ATP de Barcelona, em abril. O jogador ficou quatro meses afastado das quadras e só retorna na próxima semana, no US Open.

“O primeiro mês foi meio difícil para mim, porque eu não conseguia fazer nada com o meu braço direito. Foi complicado. Mas, ao mesmo tempo, aproveitei o tempo. Aproveitei meu tempo com a família, com os amigos, ficando em casa. Mas quando comecei a treinar um pouco, não sabia quando ia começar a jogar, e esses pensamentos são muito difíceis de lidar, porque não sabia se estaria pronto para Cincinnati, para o US Open, ou se perderia toda a temporada americana”, afirmou o espanhol, em entrevista coletiva.

O espanhol confirmou a presença no último Grand Slam da temporada apenas na semana passada, após não sentir a lesão no período de treinos em Murcia, na Espanha. Ele garante que chega ao Aberto dos Estados Unidos 100% recuperado.

“Minha equipe e eu acreditamos que estou pronto. Não foi uma decisão fácil. Eu simplesmente fiz tudo o que era preciso para estar pronto. Tentei fazer tudo perfeito dentro e fora da quadra, para me sentir preparado, com treinos longos e intensos, só para ver como meu pulso reagiria nos treinos e depois desses dias tão longos”, explicou o tenista.

Alcaraz conquistou o primeiro título de Grand Slam em Flushing Meadows, em 2022, e se tornou o mais jovem número 1 do mundo na história do ranking da ATP. Ele também é o atual campeão em Nova York e enfrentará Roman Safiullin na primeira rodada.

“Eu venho para cá com essa mesma sensação de que preciso de competição. Preciso vir para treinar com esses caras, sentir a competição novamente, e isso é realmente um teste. Mas estou me sentindo ótimo, e acho que essa lesão me ajudou muito a perceber que tudo está na minha cabeça. Preciso confiar na minha equipe, preciso confiar nas pessoas que me dizem que tudo vai ficar bem. Então, preciso dar o meu máximo, e acho que, com os treinos que tenho feito até agora, está tudo bem. Estou tentando me manter longe desse medo e jogando normalmente”, completou.

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