Federação Paulista vai promover três torneios de tênis feminino em agosto

Federação Paulista vai promover três torneios de tênis feminino em agosto
Campos de Jordão vai receber dois torneios em agosto (Crédito: Divulgação)

A Federação Paulista de Tênis (FPT) será uma das protagonistas do calendário profissional feminino da Confederação Brasileira de Tênis (CBT) no segundo semestre de 2026. Em agosto, a entidade promoverá uma sequência de três torneios internacionais no Estado de São Paulo: dois ITF W15, em Campos do Jordão, e um ITF W35, em Barueri.

Os dois primeiros eventos serão disputados entre 10 e 16 de agosto e 17 e 23 de agosto, nas quadras sintéticas do Campos do Jordão Tênis Clube, marcando o retorno do tênis profissional à cidade após nove anos. Tradicional sede de competições nacionais e internacionais, Campos do Jordão volta a integrar o calendário da ITF com duas semanas consecutivas de disputas.

Na sequência, entre 24 e 30 de agosto, será a vez do Alphaville Tênis Clube, em Barueri, receber um ITF W35, torneio que deverá reunir algumas das principais tenistas brasileiras e atletas de diversos países.

Os três eventos fazem parte do calendário de mais de 30 torneios profissionais confirmados pela CBT para o segundo semestre, reforçando o crescimento do circuito feminino no país e ampliando as oportunidades para as atletas competirem em alto nível sem sair do Brasil.

Para o presidente da Federação Paulista de Tênis, Danilo Gaino, a realização da sequência de torneios representa um importante investimento no desenvolvimento do tênis feminino nacional.

“A Federação Paulista tem o compromisso de contribuir para o fortalecimento do calendário internacional no Estado de São Paulo e no Brasil. É uma grande satisfação devolver Campos do Jordão ao circuito profissional depois de nove anos, com duas semanas consecutivas de competições, e logo na sequência realizar um W35 em Barueri, reunindo atletas de alto nível. Esses torneios criam oportunidades fundamentais para as brasileiras, que podem competir em casa, somar pontos importantes para o ranking mundial e disputar premiações em dólar, sem os altos custos de viagens internacionais. É um investimento direto no desenvolvimento das nossas atletas e no fortalecimento do tênis brasileiro”, destacou Gaino.

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